
sábado, 31 de março de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
Método Teacch
O programa Teacch (Treatment and Education of Autistic and Related Communication Handicapped Children), que em português significa Tratamento e Educação para Autistas e Crianças com Déficits Relacionados com a Comunicação, é um programa educacional e clínico com uma prática predominantemente psicopedagógica criado a partir de um projeto de pesquisa que buscou observar profundamente os comportamentos das crianças autistas em diferentes situações e frente a diferentes estímulos.
A divisão Teacch foi fundada em 1972 na Universidade da Carolina do Norte, EUA, pelo Dr. Eric Schopler et al. do departamento de psiquiatria dessa Universidade. As pesquisas do Dr. Schopler apontam algumas conclusões relativas às crianças autistas .
Em primeiro lugar, o autista é vítima de uma síndrome, e muitos dos seus distúrbios de comportamento podem ser modificados à medida que ele consegue expressar-se e entender o que se espera dele.
Outro dado importante é que as crianças autistas são mais responsivas às situações dirigidas que às livres e também respondem mais consistentemente aos estímulos visuais que aos estímulos auditivos.(') 0 método Teacch fundamenta-se em pressupostos da teoria comportrtamentol e da psicolingüística.
Outro dado importante é que as crianças autistas são mais responsivas às situações dirigidas que às livres e também respondem mais consistentemente aos estímulos visuais que aos estímulos auditivos.(') 0 método Teacch fundamenta-se em pressupostos da teoria comportrtamentol e da psicolingüística.
Vamos esclarecer alguns pontos fundamentais da terapia
Comportamental para a compreensão do modelo Teacch?
Além de indicar, especificare definir operacionalmente os comportamentos-alvo a serem trabalhados, o terapeuta do programa Teacch tem a possibilidade de desenvolver categorias de repertórios que permitem avaliar de maneira qualitativa aspectos da interação e organização do comportamento, bem como o curso do desenvolvimento individual em seus diferentes níveis. É imprescindível que o terapeuta manipule o ambiente do autista de maneira que comportamentos indesejáveis desapareçam ou, pelo menos, sejam amenizados, e condutas adequadas recebam reforço positivo.
Passando para a área da psicolingüística, a prática Teacch fundamenta-se nessa teoria a partir da afirmação de que a imagem visual é geradora de comunicação.
A linguagem, inicialmente não-verbal, sendo um sistema simbólico complexo, baseia-se na interiorização das experiências. Ao mesmo tempo que a linguagem não-verbal vai dando significados às ações e aos objetos, vai também consolidando a linguagem interior. 0 corpo vai incorporando significados através da "ação no mundo" enquanto desenvolve de maneira progressiva a comunicação - que pode ser oral, gestual, escrita etc. A linguagem, portanto, é o resultado da transformação da informação sensorial e motora em símbolos integrados significativamente.
Na terapêutica psicopedagógica do método Teacch trabalha-se concomitantemente a linguagem receptiva e a expressiva. São utilizados estímulos visuais (fotos, figuras, cartões), estímulos corporais (apontar, gestos, movimentos corporais) e estímulos audiocinestesicovisuais (som, palavra, movimentos associados às fotos) para buscar a linguagem oral ou uma comunicação alternativa .
Por meio de cartões com fotos, desenhos, símbolos, palavra escrita ou objetos concretos em seqüência (ex.: potes, legos etc.), indicam-se visualmente as atividades que serão desenvolvidas naquele dia na escola . Os sistemas de trabalho são programados individualmente e ensinados um a um pelo terapeuta . Quando a criança apresenta plena desenvoltura na realização de uma atividade (conduta adquirida), esta passa a fazer parte da rotina de forma sistemática
Experiência com o método Teacch
A prática da metodologia Teacch foi conhecida por meio de observações do trabalho realizado em uma instituição educacional brasileira e de entrevistas com os profissionais envolvidos nesse trabalho . A instituição atende pessoas carentes e é mantida por doações. Possui duas sedes, onde são atendidos por volta de SO crianças e jovens, sendo 12 residentes.
Foi elaborado um programa pedagógico que segue os preceitos da pré-escola e do início do curso fundamental . Há também programas pré-profissionalizantes e de atividades devida diária que complementam o trabalho em sala de aula.
A classe é, geralmente, composta por quatro alunos; há um professor e um assistente. Enquanto o professor ensina uma tarefa nova a um aluno, os outros trabalham sozinhos sob a supervisão do assistente.
Estes profissionais não têm obrigatoriamente um curso superior ou especialização na área ; são treinados, num curso teórico-prático na própria escola.
0 professor ensina uma tarefa conduzindo as mãos do aluno e sempre utilizando os cartões como apoio visual . Aos poucos, direciona cada vez menos até que a criança consiga realizar a atividade sem ajuda, apenas sendo guiada pelos cartões.
Além deste trabalho educacional, os profissionais com formação superior em musicoterapia, educação física e fonoaudiologia, vem desenvolvendo outros programas que são conjugados à rotina diária dos autistas .
0 trabalho fonoaudiológico compreende diferentes abordagens, escolhidas a partir da avaliação feita pela fonoaudióloga de cada criança . Além disso, a fonoaudióloga também avalia motricidade oral .
A classe é, geralmente, composta por quatro alunos; há um professor e um assistente. Enquanto o professor ensina uma tarefa nova a um aluno, os outros trabalham sozinhos sob a supervisão do assistente.
Estes profissionais não têm obrigatoriamente um curso superior ou especialização na área ; são treinados, num curso teórico-prático na própria escola.
0 professor ensina uma tarefa conduzindo as mãos do aluno e sempre utilizando os cartões como apoio visual . Aos poucos, direciona cada vez menos até que a criança consiga realizar a atividade sem ajuda, apenas sendo guiada pelos cartões.
Além deste trabalho educacional, os profissionais com formação superior em musicoterapia, educação física e fonoaudiologia, vem desenvolvendo outros programas que são conjugados à rotina diária dos autistas .
0 trabalho fonoaudiológico compreende diferentes abordagens, escolhidas a partir da avaliação feita pela fonoaudióloga de cada criança . Além disso, a fonoaudióloga também avalia motricidade oral .
A"aula de fono", como é chamada, é sempre individualizada e abrange os aspectos
linguagem e motricidade oral . 0 trabalho educacional do Teacch enfatiza mais a comunicação receptiva.
Apesar de os princípios metodológicos do Teacch incluírem, além dos estímulos visuais, os estímulos corporais e audiocinestésicos para desenvolver comunicação, a fonoaudióloga declarou, em entrevista, que não utiliza aprendizado de linguagem de sinais porque acredita que o problema do autista não seja o mutismo ; o que ocorre é que ele não processa a informação via comunicação gestual (mesmo ela sendo de caráter visual), pois não consegue simbolizar.
Isto é, o autista não tem capacidade cognitiva para entender o significado dos gestos, que são simbólicos e não representativos fiéis das palavras.
As "aulas de fono" têm caráter diretivo, a verbalização é usada para dirigir e reforçar atividades e a postura da fonoaudióloga é formal e séria .
linguagem e motricidade oral . 0 trabalho educacional do Teacch enfatiza mais a comunicação receptiva.
Apesar de os princípios metodológicos do Teacch incluírem, além dos estímulos visuais, os estímulos corporais e audiocinestésicos para desenvolver comunicação, a fonoaudióloga declarou, em entrevista, que não utiliza aprendizado de linguagem de sinais porque acredita que o problema do autista não seja o mutismo ; o que ocorre é que ele não processa a informação via comunicação gestual (mesmo ela sendo de caráter visual), pois não consegue simbolizar.
Isto é, o autista não tem capacidade cognitiva para entender o significado dos gestos, que são simbólicos e não representativos fiéis das palavras.
As "aulas de fono" têm caráter diretivo, a verbalização é usada para dirigir e reforçar atividades e a postura da fonoaudióloga é formal e séria .
Autor do texto Desconhecido.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Menina de Seia
Uma menina de Seia que sofre de autismo severo está a surpreender os pais e os professores. Aprendeu a ler e a escrever e revela capacidades inatas para tocar e cantar.
É o resultado de um projeto de educação especial no interior do país.
É o resultado de um projeto de educação especial no interior do país.
Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/1392992
terça-feira, 20 de março de 2012
O que são os Distúrbios do Espectro do Autismo?
O Autismo e os Distúrbios Difusos do Desenvolvimento (PDD) são distúrbios do desenvolvimento que afetam de 5 a 15 em 10.000 crianças e são duas das doenças incluídas nos Distúrbios do Espectro do Autismo (ASD). As crianças afetadas por estas doenças neurologicamente baseadas vêm de todos os países, culturas e classes econômicas. Há uma forte evidência de que o autismo está presente no nascimento.
As características tornam-se perceptíveis entre as idades de um e três anos na maioria dos casos, e afetam o desenvolvimento da fala e interações sociais, especialmente interações com outras crianças.
Estas doenças também são freqüentemente, mas nem sempre, associadas com dificuldades de atenção e âmbito de interesses. Estas condições não são usadas para descrever um atraso no desenvolvimento, mas sim uma diferença ou divergência no desenvolvimento nas áreas da comunicação, interação social e atenção aos objetos.
As crianças com idades entre um e três anos são freqüentemente mais prováveis de receber um diagnóstico de PDD por causa do alto grau de variação desenvolvente pelas crianças nesta faixa etária, e porque alguns dos comportamentos associados ao autismo não teriam um bom desenvolvimento esperado nas crianças abaixo da idade de três anos.
O ASD circunda o PDD e também inclui autismo, Síndrome de Rett, Doença Desagregadora da Infância, Síndrome de Asperger, e Distúrbios Difusos do Desenvolvimento – Não Especificados de Outra Maneira (PDD-NOS). Estas doenças descrevem as diferenças qualitativas e quantitativas na habilidade da criança de se comunicar, interagir socialmente e com objetos e rotinas.
O número de comportamentos e o âmbito de severidade de envolvimento em cada área são usados para determinar a categoria diagnóstica específica. Para crianças muito novas, o uso do termo Distúrbios do Espectro do Autismo pode ser mais exato porque certas habilidades de comunicação e brincadeira não teriam o desenvolvimento esperado na hora da avaliação inicial.
Enquanto as crianças podem mudar as classificações diagnósticas com o passar do tempo dentro do espectro ocular, é provável que continuem sendo incluídas no ASD.
Para pais e provedores, a coisa importante a enfocar não é a classificação específica que uma criança recebe, mas o que pode ser feito para ajudar a criança a desenvolver habilidades nas áreas preocupantes.
Os programas devem ser desenvolvidos e implementados com base nos comportamentos sem igual da criança e da família (preocupações/prioridades/tomada de decisão informada).
Autor do texto desconhecido
As características tornam-se perceptíveis entre as idades de um e três anos na maioria dos casos, e afetam o desenvolvimento da fala e interações sociais, especialmente interações com outras crianças.
Estas doenças também são freqüentemente, mas nem sempre, associadas com dificuldades de atenção e âmbito de interesses. Estas condições não são usadas para descrever um atraso no desenvolvimento, mas sim uma diferença ou divergência no desenvolvimento nas áreas da comunicação, interação social e atenção aos objetos.
As crianças com idades entre um e três anos são freqüentemente mais prováveis de receber um diagnóstico de PDD por causa do alto grau de variação desenvolvente pelas crianças nesta faixa etária, e porque alguns dos comportamentos associados ao autismo não teriam um bom desenvolvimento esperado nas crianças abaixo da idade de três anos.
O ASD circunda o PDD e também inclui autismo, Síndrome de Rett, Doença Desagregadora da Infância, Síndrome de Asperger, e Distúrbios Difusos do Desenvolvimento – Não Especificados de Outra Maneira (PDD-NOS). Estas doenças descrevem as diferenças qualitativas e quantitativas na habilidade da criança de se comunicar, interagir socialmente e com objetos e rotinas.
O número de comportamentos e o âmbito de severidade de envolvimento em cada área são usados para determinar a categoria diagnóstica específica. Para crianças muito novas, o uso do termo Distúrbios do Espectro do Autismo pode ser mais exato porque certas habilidades de comunicação e brincadeira não teriam o desenvolvimento esperado na hora da avaliação inicial.
Enquanto as crianças podem mudar as classificações diagnósticas com o passar do tempo dentro do espectro ocular, é provável que continuem sendo incluídas no ASD.
Para pais e provedores, a coisa importante a enfocar não é a classificação específica que uma criança recebe, mas o que pode ser feito para ajudar a criança a desenvolver habilidades nas áreas preocupantes.
Os programas devem ser desenvolvidos e implementados com base nos comportamentos sem igual da criança e da família (preocupações/prioridades/tomada de decisão informada).
Autor do texto desconhecido
segunda-feira, 19 de março de 2012
O inicio
Resolvi criar esse blog abordando o tema Autismo pois na minha caminhada profissional percebo a grande dificuldade e principalmente a falta de informação das pessoas quanto ao Autismo.
Espero que nesse blog eu posso crescer junto com cada um de vocês em conhecimento.
Essa luta também é minha.
Grata !
Espero que nesse blog eu posso crescer junto com cada um de vocês em conhecimento.
Essa luta também é minha.
Grata !
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